Ricardo Héctor Prim, dono de uma livraria em Puerto Madryn, Chubut, soube no domingo, 15 de junho de 2026, que seu filho Gaspar, o youtuber de 23 anos conhecido como Gaspi, havia morrido quando dois helicópteros colidiram no ar sobre a Avenida das Américas, no bairro Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro. A aeronave em que ele viajava explodiu ao atingir o solo. Outras cinco pessoas também morreram no mesmo acidente: o cantor americano Oliver Tree, o diretor argentino Lucas Vignale, o produtor brasileiro Lucas Frota e os pilotos Alexandre Souza e Charles Marsillac.

Dois dias depois, enquanto aguardava que a Justiça brasileira liberasse o corpo do filho para que pudesse ser repatriado, Ricardo falou com o jornal Clarín e foi direto: «Para mim, foi um atentado». Ele também negou que Gaspi tivesse usado drogas e o descreveu como um jovem perfeccionista, comprometido com seu público, no melhor momento de sua carreira.

As autoridades brasileiras ainda não estabeleceram as causas do acidente e mantêm a investigação em aberto. Nenhum órgão oficial respaldou ou descartou a hipótese do pai, cuja declaração gerou debate nas redes sociais sobre o que realmente aconteceu nos céus do Rio de Janeiro naquele domingo.

