Ana Luiza de Oliveira Neves, 17, morava em Itapecerica da Serra, perto de São Paulo. Em 30 de maio de 2025, uma pessoa encarregada da entrega deixou um pequeno bolo na porta dela junto com um bilhete escrito à mão: «Para a garota mais bonita que eu vi». Ela sorriu, tirou uma foto e publicou em suas redes sociais.
Uma hora depois de comer o bolo, Ana Luiza desmaiou. Ela foi levada às pressas para o hospital, mas seu corpo já não estava mais respondendo. Os médicos detectaram algo que ninguém esperava: arsênico, um veneno que age lentamente e de dentro para fora.

A polícia prendeu uma colega de classe de 17 anos. Ela confessou ter colocado o veneno no bolo por ciúme. Disse que não queria matá-la, apenas fazê-la vomitar e sofrer um pouco. Ana Luiza morreu em 1 de junho de 2025, dois dias depois de fotografar o presente que a mataria.
