Dario da Conceição tinha 61 anos, era pastor e servidor público no interior de São Paulo, Brasil. Ele também era genro de uma mulher de 91 anos que vivia acamada e dependia dos cuidados da própria família.

A família havia instalado uma câmera no quarto dela por um motivo simples: acompanhá-la e protegê-la. Sempre que a esposa e o filho de Dario iam à igreja, ele ficava em casa com ela. Foi precisamente durante esses momentos, segundo a investigação, que ele teria cometido abuso sexual contra a idosa, aproveitando-se de seu estado de saúde e da confiança que a família havia depositado nele.

O próprio filho do suspeito foi quem analisou as gravações e descobriu o que havia acontecido naquele quarto. Ele não hesitou; levou as imagens à polícia e denunciou o próprio pai. Dario foi preso pouco depois, enquanto a família tenta processar o fato de que o mesmo homem que deveria cuidar da avó foi quem mais lhe causou mal.

