Antes de cobrar, disse ao pai: «Ele vai defender com certeza, como sempre» 🥅💛 Tegueste, Tenerife, 2002. Foi lá que Pedri nasceu, em uma família onde o futebol ficou inacabado.


Seu pai, Fernando González, era goleiro de equipes locais e sonhava em dar o grande salto, até que a morte do próprio pai e as circunstâncias financeiras da família o obrigaram a pendurar as luvas e se dedicar ao negócio da família. Esse sonho não morreu: transformou-se.

Sempre que Pedri conquista algo importante, ele volta àquele campo imaginário. Liga, Copa do Rei, Supercopa, Euro 2024… e agora a Copa do Mundo de 2026, após a vitória por 1-0 sobre a Argentina.

Antes de cobrar o pênalti, disse ao pai «Ele vai defender com certeza, como sempre», e deu uma cavadinha, ao estilo Panenka. Fernando defendeu, mais uma vez.

Nenhum troféu se compara àquele momento. Aos 23 anos e com o mundo aos seus pés, Pedri escolhe devolver ao pai, ainda que por alguns segundos, o gol que a vida lhe tirou, como uma tradição que nunca falha.

