Noah tem uma deficiência motora e usa cadeira de rodas. Naquele dia, era aula de educação física em sua escola na Argentina, e a atividade era uma corrida de obstáculos como qualquer outra.

Seu professor não pensou duas vezes. Ele o segurou pelos braços, transferiu o peso para o próprio corpo e percorreu cada trecho do percurso com ele, no mesmo ritmo que seus colegas. Ninguém diminuiu o ritmo. Ninguém abriu uma exceção. Noah simplesmente correu, apoiado por alguém que decidiu ser suas pernas por um tempo.

A publicação que compartilhou o momento resumiu tudo em uma frase que ficou na memória: «Noah não vê limites; ele vê oportunidades». Às vezes, a inclusão não precisa de longos discursos; precisa de alguém disposto a levá-lo até a linha de chegada.
