Um homem de 50 anos foi preso em Alicante, Espanha, em 2024, depois que a polícia descobriu que ele havia fingido ataques cardíacos em pelo menos 20 restaurantes para ir embora sem pagar. Ele comia normalmente, esperava a conta e então: dor no peito, gemidos, às vezes desabando no chão. Os serviços de emergência chegavam e ele desaparecia.

Alguns dizem que isso não tem nuance nenhuma: é uma fraude premeditada e repetida que consumiu recursos destinados a emergências reais. Outros, porém, chamam isso de «brilhante da pior maneira» e debatem se a punição deveria ser proporcional ao quão ridículo foi o método.

Ele merece uma sentença exemplar, ou o absurdo do caso o coloca em uma categoria própria?
