Adriano Galliani dirigiu o AC Milan durante anos e teve Ronaldo e Ronaldinho sob o mesmo teto. Hoje, recorda-os com um sorriso.

Segundo o antigo diretor-executivo, antes dos jogos, ambos eram «o epítome da preguiça». Ronaldo comia com apetite e não seguia nenhuma dieta, apesar de ter engordado.
Ronaldinho, por sua vez, nem sequer sabia contra que equipa jogariam naquela noite. Parecia a receita perfeita para o desastre, mas o campo contava uma história diferente.

«Todos sabem como a história terminou», disse Galliani: eram «absolutamente incríveis e imparáveis».
Nada de planilhas ou rotinas meticulosas. Dois gênios que, à sua maneira, fizeram o impossível parecer fácil. Talento puro ou o maior segredo do futebol?
