O pai entregava gás para pagar sua faculdade, e ele o homenageou em sua formatura: «Ele dedicou a vida aos meus estudos» 👏

Por Rodrigo Martínez
9 September, 2026

Lorenzo Monfardini tinha 22 anos quando subiu ao palco com um botijão de gás nos braços.

Não era um adereço nem uma piada de formatura. Era o resumo exato da vida de seu pai, Jefferson Gomes Monfardini, 49 anos, que vendeu gás por mais de vinte anos para que seu filho pudesse concluir a graduação em engenharia de produção na Universidade Federal de Ouro Preto. A ideia veio de sua mãe, mas Lorenzo foi quem decidiu carregá-lo literalmente, diante de todos, em 29 de novembro de 2024.

Ele tem tatuada na pele uma frase que seu pai repetia sem parar: «Eu tenho que ser, não ter». Pai e filho haviam passado quase um ano sem se ver —ele mora em Pernambuco, Lorenzo em Ouro Preto— e aquele reencontro, com um botijão de gás entre os dois, tornou-se a imagem que milhões de pessoas precisavam ver naquela semana.

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