Os pais foram aconselhados cinco vezes a interromper a gravidez porque o bebé teria apenas 2% do cérebro e não viveria mais do que alguns dias — hoje tem 14 anos e 80% do cérebro

Por Alexander
23 October, 2026

Noah Wall nasceu em 2012, numa família de Cumbria, Inglaterra, e as ecografias já tinham revelado o pior.

Um quisto estava a destruir-lhe o cérebro. Tinha espinha bífida e hidrocefalia. Segundo o Mirror, o crânio encheu-se de líquido, comprimindo-lhe o cérebro até este ficar reduzido a uma fina camada de tecido. Segundo as notícias, tinha apenas 2% do cérebro. Os médicos não esperavam que sobrevivesse mais do que alguns dias e aconselharam Shelly e Rob, os pais, a interromper a gravidez. Fizeram-no cinco vezes. Rob contou no documentário The Boy Without a Brain que essa nunca foi uma opção.

O parto foi antecipado uma semana porque a pressão sobre o cérebro do bebé estava a tornar-se perigosa. Nasceu por cesariana, com 12 médicos na sala de operações, e, segundo o pai, soltou um grito forte.

Aos 3 anos, segundo o righttolife.org.uk, o cérebro tinha crescido até 80% do tamanho esperado e estava quase totalmente funcional. Os médicos ficaram espantados. Aos 7 anos, mexeu o pé pela primeira vez, após uma terapia especializada. Hoje, fala, conta, vai à escola e gosta de ciências. Continua paralisado da cintura para baixo.

Os números vêm de notícias e da família, sem verificação médica independente. O que mais o surpreende na história dele?

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