
Stacey Gardiner dava até 600 tragadas em um único dia. A mulher de 41 anos de Swansea, Reino Unido, começou a usar vape em 2017 convencida de que era menos prejudicial do que os cigarros. O que ninguém explicou claramente a ela foi o que viria depois: duas manchas pretas nos incisivos que, ao longo dos anos, se transformaram em buracos. Um dentista confirmou a causa: o vape.
Alguns dizem que isso prova o que sempre suspeitaram — que a indústria vendeu o vape como uma saída sem consequências, quando na realidade apenas deu um novo nome ao dano. Outros argumentam que existem informações sobre os riscos, que cada pessoa decide o que fazer com o próprio corpo e que culpar o dispositivo é uma forma de fugir da responsabilidade individual.
O vape é uma armadilha disfarçada de solução, ou o problema é que ninguém obriga ninguém a dar 600 tragadas por dia?

