Dolores Aveiro era cozinheira e empregada de limpeza na Madeira, Portugal. Quando descobriu que estava grávida pela quarta vez, tomou uma decisão: não podia ter aquela criança.


A família vivia na miséria, o marido dela, José Dinis, lutava contra o alcoolismo desde que regressara da guerra colonial em Angola, e os três filhos que ela já tinha mal tinham o suficiente para comer.


Ela foi ao médico e ele recusou-se a realizar o aborto. Essa criança nasceu em 5 de fevereiro de 1985 e recebeu o nome de Cristiano Ronaldo.
Cresceu na freguesia de Santo António. Ele e os irmãos esperavam à noite do lado de fora de um McDonald’s até os funcionários lhes darem as sobras do dia.

Aos 12 anos, o Sporting CP contratou-o por uma quantia de apenas 1,500 dólares.

Aos 14, deixou a escola para se dedicar ao futebol. O pai morreu em 2005, aos 53 anos, sem ver os títulos, os recordes ou os prémios Ballon d’Or.


Em 2020, Ronaldo tornou-se o primeiro atleta de desportos coletivos a ultrapassar 1.000 billion dollars em ganhos acumulados na carreira.
Hoje tem mais de 669 milhões de seguidores no Instagram — o número mais alto de qualquer pessoa no mundo — e doou centenas de milhares de dólares para construir escolas e realizar os sonhos de crianças doentes. A mesma criança que não era desejada no mundo é hoje a mais seguida da Terra.
