Pedro Alexander Díaz Franco tinha 15 anos e gravava vídeos para o TikTok em um campo de futebol em Choloma, Honduras. Eram 7:20 da noite de 5 de julho quando homens encapuzados, armados com fuzis de alto calibre, o interceptaram e o levaram embora diante daqueles que estavam por perto.

Sua família não esperou nem um minuto. Publicou seu rosto nas redes sociais, pediu ajuda, procurou em todos os cantos possíveis. Mas Honduras respondeu com a pior notícia apenas 24 horas depois: transeuntes que caminhavam pela rodovia CA-13, em La Lima, Cortés, alertaram a polícia sobre alguns sacos de lixo pretos jogados na pista.

Dentro estava Pedro Alexander. Descalço, vestido apenas com calças escuras. Peritos forenses em San Pedro Sula tiveram de recorrer a uma cicatriz de uma cirurgia anterior em sua perna para confirmar que era ele. Até agora, ninguém responsável foi identificado ou preso.
