Tini queria comprar uma bolsa de luxo e acabou descobrindo um escândalo familiar: descobriu que nunca foi dona do que seu nome gerava e que seu pai estava no controle

Por Andrea Araya Moya
27 August, 2026

Não é o mesmo caso de Britney Spears, mas é difícil não notar certas semelhanças.

Tini Stoessel começou sua carreira na adolescência e, durante anos, foi seu pai, Alejandro Stoessel, quem esteve por trás da gestão de seus negócios.

Tudo mudou quando a cantora tentou comprar uma bolsa de luxo e descobriu que tinha limitações para acessar o próprio dinheiro. Isso a levou a solicitar uma auditoria, e o que descobriu teria causado o rompimento profissional com o pai: Tini não aparecia como proprietária nem acionista das empresas que recebiam a renda gerada por sua música, imagem, contratos e shows.

Segundo relatos publicados, essas empresas estavam sob o controle de Alejandro Stoessel. Chegou-se a relatar que, dos aproximadamente US$43 milhões que a FUTTTURA supostamente teria gerado, a cantora teria recebido cerca de US$300.000.

Tini estaria agora buscando recuperar o controle financeiro de sua carreira. Após 15 anos sendo a pessoa por trás de um dos nomes mais lucrativos da música argentina, descobriu que ser «Tini» não significava necessariamente ser dona de tudo o que Tini gerava.

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