Em junho de 2025, a brasileira Juliana Marins, 26, estava fazendo uma trilha no Monte Rinjani, um dos vulcões mais altos e ativos da Indonésia, quando ficou exausta durante a caminhada e pediu para parar. A pior parte é que o guia continuou com o grupo, deixando-a para trás, e horas depois descobriram que ela havia caído em um barranco cerca de 300 metros em direção à cratera.

Imagens captadas por um drone mostraram que Juliana ainda estava viva após a queda, ferida e presa em uma área de difícil acesso. Durante vários dias, os socorristas tentaram alcançá-la, mas não conseguiram chegar até ela a tempo.

No terceiro dia, as equipes de emergência finalmente chegaram ao local e confirmaram sua morte devido aos danos causados pela queda. A família acusou a operação de resgate de negligência e questionou por que a trilha permaneceu aberta enquanto as buscas continuavam.
