O útero de Julie Armas estava aberto na mesa de operação. 🩺Lá dentro, com 21 semanas de gestação, seu filho Samuel tinha uma lesão de espinha bífida que precisava ser corrigida antes do nascimento.

Em 19 de agosto de 1999, no Centro Médico da Universidade Vanderbilt, em Nashville, o Dr. Joseph Bruner e sua equipe trabalhavam dentro do corpo de uma mulher viva para operar um feto que ainda não havia dado seu primeiro suspiro.


O fotógrafo Michael Clancy, que estava ali por acaso, disparou sua câmera no exato momento em que uma pequena mão surgiu pela incisão. A imagem percorreu o mundo: parecia que o bebê estava agarrando o dedo do cirurgião de dentro do útero.


Mas o próprio Bruner mais tarde contou à imprensa uma versão diferente: que ele mesmo havia puxado a mão para fora e posado para a foto. Clancy insiste até hoje que foi o feto quem alcançou seu dedo.


Samuel nasceu saudável em 2 de dezembro de 1999 e cresceu usando ocasionalmente uma cadeira de rodas, sem saber que sua mão, presa entre duas verdades, continuaria dividindo opiniões vinte anos depois. 👶


