Dez noites no hospital. Esse foi o tempo que o filho de Wiphaphon Namkhan ficou hospitalizado, uma criança de apenas um ano que estava sendo tratada de infecções respiratórias e gastrointestinais no Hospital Crown Prince de Loengnoktha, em Yasothon, na Tailândia.

Em 11 de setembro de 2026, ele finalmente recebeu alta. Uma auxiliar de enfermagem estava tentando remover a gaze que mantinha o acesso intravenoso do bebê no lugar e, segundo o relato da mãe, usou uma tesoura de papel em vez de instrumentos médicos. A auxiliar passou a tesoura entre os dedinhos da criança várias vezes, sem conseguir cortar o curativo. Até que o sangue começou a correr. Foi então que descobriram que parte do dedo indicador direito havia sido cortada. O fragmento amputado foi levado em uma caixa térmica junto com a criança para o Hospital Sunpasitthiprasong, em Ubon Ratchathani, onde os cirurgiões realizaram duas operações para reimplantá-lo. O hospital pediu desculpas publicamente no Facebook, suspendeu a auxiliar de enfermagem responsável e prometeu cobrir todas as despesas médicas e de reabilitação. Até agora, ninguém confirmou se o reimplante foi bem-sucedido.


