Uma ex-funcionária do «asilo dos horrores» revelou que trocavam apenas uma fralda por dia e que funcionários sem treinamento aplicavam insulina nos idosos

Por Maried Díaz
4 August, 2026

Silvina trabalhou por 15 dias em um asilo em Mar del Plata há dois anos. Foi contratada para limpar, mas, devido à falta de funcionários, acabou dando banho, tratando feridas e medicando os idosos residentes sem ter nenhum conhecimento de enfermagem.

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O que ela viu a fez pedir demissão. Apenas uma fralda por dia por paciente, resíduos patogênicos sem tratamento, comida ruim e menos cuidadores do que o exigido por lei. Pediram que ela aplicasse insulina e administrasse medicamentos a idosos sem qualquer treinamento médico, algo que ela mesma reconhece que poderia ter colocado suas vidas em risco.

Havia câmeras ligadas 24 horas por dia, até mesmo na cozinha, mas ela era proibida de falar com seus colegas de trabalho sobre o que estava acontecendo lá dentro. Se tudo era gravado, por que ninguém no asilo interveio antes que o escândalo viesse à tona?

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