O inchaço nas costas piorou ao longo de dois meses. Aos 38 anos, a mulher chegou ao hospital com febre, respiração acelerada e confusão; ela tinha diabetes tipo 2 não tratado havia cinco anos. Os médicos diagnosticaram sepse, cetoacidose diabética e fasciíte necrosante, uma infecção rara que destrói rapidamente o tecido sob a pele.

Durante uma cirurgia de emergência, os médicos removeram pele, gordura e músculo mortos. A ferida media 40 por 30 centímetros e deixava expostas partes das costelas, da escápula e da coluna vertebral. A equipe adiou a reconstrução e preparou a área antes de cobri-la com enxertos.

Um mês depois, cobriram quase 70 % da ferida com pele da coxa e tecido próximo; três semanas depois, enxertaram o restante com pele da outra coxa. Os enxertos pegaram, e a mulher teve uma recuperação completa.

