
Uma criança brincando atrás de sua casa no Brook Haven Trailer Park, em Opelika, Alabama, encontrou um crânio humano no chão em 28 de janeiro de 2012. O que começou como a descoberta de um osso possivelmente arrastado até ali por um cachorro se transformou na recuperação de restos mortais completos ao lado de um riacho, acompanhados por uma camisa rosa com botões em forma de coração. A análise forense determinou que os ossos pertenciam a uma menina afro-americana entre quatro e sete anos de idade. Seus ossos eram subdesenvolvidos, compatíveis com desnutrição severa. Ela tinha uma deformidade visível no olho esquerdo, possivelmente causada por trauma repetido. Ao todo, ela tinha mais de 15 fraturas distribuídas pelo crânio, braços, pernas, ombros e costelas. Todas haviam sido infligidas antes de sua morte. Seu DNA não correspondia a nenhum registro de pessoas desaparecidas. Em quatro meses, o caso foi arquivado. Treze anos depois, a menina ainda é conhecida apenas como Opelika Jane Doe.
