Na Ponte do Esqueleto, em Limeira, Brasil, uma jovem de 21 anos morreu em 13 de junho enquanto praticava bungee jumping. Três instrutores estão detidos e respondem por homicídio com dolo eventual, após as autoridades encontrarem indícios de falhas graves nos protocolos de segurança que podem não ter sido acidentais.

Dias após a tragédia, uma mulher publicou um vídeo dela mesma saltando daquela mesma ponte. A gravação provocou uma onda de críticas: milhares de usuários a acusaram de se aproveitar da dor alheia para ganhar visibilidade. Ela não se pronunciou publicamente sobre as reações.

Outros, porém, apontam que a ponte não foi interditada e que ninguém pode ser condenado por praticar uma atividade legal. Imprudência imperdoável ou um direito individual julgado injustamente pelas redes sociais?

