Em outubro de 2020, dois homens treinavam praticamente sozinhos em uma academia em Rosebery, perto de Darwin, na Austrália. Um deles estava deitado em um banco, fazendo exercícios, quando Shane William Ryan, de 33 anos, pegou um peso de 20 quilogramas e caminhou diretamente em sua direção.
As câmeras de segurança registraram o momento em que Ryan avançou e deixou cair a enorme anilha sobre a cabeça e o peito do homem, fazendo-o cair do banco e começar a sangrar.

A parte mais estranha aconteceu depois. Ryan fingiu ter lesionado o tornozelo, afastou-se da vítima e depois voltou para chamar uma ambulância.
Durante meses, ele sustentou que tinha sido um acidente. No entanto, quando o caso chegou à Suprema Corte do Território do Norte, ele acabou se declarando culpado e admitiu que suas ações tinham sido deliberadas.
A vítima sofreu uma fratura no crânio, um corte que precisou de cinco pontos, inchaço no rosto, dores de cabeça e dor no peito. Também afirmou ter ficado com ansiedade e precisar de tratamento médico adicional.

Ryan foi condenado a 19 meses de prisão, com um mínimo de 10 meses antes de se tornar elegível para liberdade condicional.
Mas o detalhe que mais intrigou o juiz foi outro: não havia um motivo aparente. Os dois homens mantinham uma relação aparentemente amistosa antes do ataque e, até então, não havia nenhum conflito conhecido entre eles.
O vídeo respondeu à pergunta sobre se aquilo tinha realmente sido um acidente. O que ele nunca conseguiu responder foi por que aconteceu.
Assista ao vídeo agora:
