Andy nunca imaginou que corrigir uma prova levaria a um processo disciplinar. 📝

Uma especialista em educação emocional e neurociência aplicada à adolescência explicou que o espanhol é estruturado para comunicar com clareza, sem a necessidade de formas duplas de gênero ou marcadores artificiais. Com base nesse argumento, ela reprovou a prova de quem havia escrito em linguagem inclusiva.

As autoridades escolares não viram ali um critério pedagógico, mas sim um problema. Abriram um processo administrativo contra ela por causa de sua decisão. Hoje, o caso de Andy circula como exemplo de algo que cada vez mais professores enfrentam: assumir uma posição sobre a linguagem pode custar caro. 😮
