Era domingo, 30 de agosto de 2026, e o ferry mal tinha zarpado de Kyrenia.
Dirigia-se ao porto turco de Tasucu com 267 pessoas a bordo quando, segundo o relato das testemunhas recolhido pela CNN, tentou virar e algo se partiu: a proa começou a meter água, e o catamarã acabou por se partir ao meio, a cerca de seis quilómetros da costa norte de Chipre.

Ünal Üstel, primeiro-ministro da República Turca do Norte de Chipre, confirmou aquilo que todos temiam: «há vítimas mortais», disse, sem especificar quantas.
O presidente da Câmara de Kyrenia, Murat Senkul, informou que, até ao momento, tinham conseguido localizar 159 pessoas entre os passageiros.
A Guarda Costeira, a embarcação Express operada pela empresa de navegação Akgünler, embarcações civis, a polícia e ambulâncias continuam a trabalhar contra o relógio nas águas onde naufragou a embarcação pertencente à Filo Denizcilik.
Ainda ninguém explicou por que razão o navio se partiu ao meio.
