Mike Tyson não pede desculpas por quem foi. Ele diz isso na lata, sem rodeios: «Este é o meu lado sombrio… viciado em caos».

A prévia de seu documentário da Netflix, que chega em 13 de outubro em quatro partes, mergulha na ferida mais profunda de sua história. Ele fala sobre uma infância como «um rato nas ruas».

O salto brutal para se tornar, nas próprias palavras, «o maior filho da puta do mundo». Seu treinador Cus D’Amato aparece explicando como «fez uma lavagem cerebral nele» para transformá-lo em campeão, embora o próprio Tyson admita: «ele não podia me preparar para mim mesmo».
Sua esposa, Lakiha Kiki Spicer, completa o quadro com uma frase pesada: «a maioria das pessoas teria morrido» sob o peso do que ele carregava.
