Na preparação para o próximo jogo da Argentina na Copa do Mundo de 2026, um grupo de torcedores brasileiros decidiu recorrer a uma das tradições mais curiosas do futebol sul-americano: a famosa «zica».
Imagens começaram a circular nas redes sociais mostrando torcedores brasileiros colocando símbolos e mensagens de apoio à seleção argentina em lugares inusitados, tudo com a intenção de dar azar ao time de Lionel Messi.

A iniciativa rapidamente viralizou, mas provocou uma reação inesperada entre os torcedores. Muitos lembraram que algo muito parecido aconteceu há apenas alguns dias com o Equador.
A «zica» funciona ao contrário?
Antes de enfrentar a Costa do Marfim, vários torcedores equatorianos colocaram a camisa de seu país na famosa estátua de Rocky Balboa, na Filadélfia. A ação foi celebrada por alguns como uma demonstração de confiança, mas outros a viram como uma provocação ao suposto «espírito» do personagem icônico.

O resultado já é conhecido: o Equador acabou perdendo a partida, e as redes sociais não demoraram a culpar — em tom de brincadeira — a intervenção da estátua.
Agora, com brasileiros tentando fazer algo parecido contra a Argentina, muitos torcedores acreditam que eles podem estar repetindo o mesmo erro.

«Depois do que aconteceu com o Equador, eu não encostaria em nenhuma estátua», escreveu um usuário. Outros foram além e afirmaram que toda vez que alguém tenta dar azar a um rival, acaba prejudicando o próprio time.
Entre superstição e diversão
Embora esta seja obviamente uma tradição do futebol levada na brincadeira, a história mostrou mais uma vez o peso que as superstições têm no futebol sul-americano.

E, enquanto a Argentina se prepara para entrar em campo novamente, as redes sociais já lançaram a pergunta de um milhão de dólares:
Os brasileiros estão zicando a Argentina… ou estão zicando a si mesmos?
Aqui está o vídeo dos brasileiros:
